JBS se posiciona sobre nova interdição de unidade de Passo Fundo

A JBS, que tem uma unidade frigorífica em Passo Fundo, se manifestou através de uma nota na noite de ontem (7), sobre a interdição cautelar da unidade emitida pela Prefeitura de Passo Fundo.

A empresa está interditada de exercer suas atividades desde o dia 24 de abril quando o frigorífico se tornou foco de contágio do novo coronavírus, em Passo Fundo.

De acordo com a nota, a JBS nega os argumentos presentes no auto de infração expedido pela Vigilância Sanitária do município. Além disso, a JBS afirma na nota que tomará todas as medidas cabíveis para reverter a interdição municipal.

A empresa salienta ter tomado todas as medidas de prevenção necessárias para proteção e segurança dos seus colaboradores e lista as medidas adotadas: “afastamento de pessoas que fazem parte do grupo de risco como maiores de 60 anos, gestantes e todos os que tiveram recomendação médica; ampliação da frota de transporte; desinfecção diária das unidades; medição de temperatura de todos antes do acesso às fábricas; vacinação contra gripe H1N1 para 100% dos colaboradores; ações de distanciamento social; forte comunicação de prevenção e cuidados, entre outras”.

Confira o posicionamento da JBS na íntegra

A JBS refuta os argumentos presentes no auto de infração expedido pela Vigilância Sanitária do município de Passo Fundo (RS) nesta quinta-feira (7) e que contraria a decisão judicial da 2ª Vara do Trabalho de Passo Fundo, de 4 de maio, que autorizou a retomada das operações da unidade.

A empresa tem adotado todas as medidas de prevenção necessárias para proteção e segurança dos seus colaboradores e tomará todas as medidas cabíveis para reverter a interdição municipal.

Em decisão proferida pela Justiça ficou demonstrado que os mais de 2.500 colaboradores da unidade da JBS em Passo Fundo trabalham sob rígidas medidas de segurança.

Entre as ações adotadas pela Companhia, estão:

  • afastamento de pessoas que fazem parte do grupo de risco como maiores de 60 anos, gestantes e todos os que tiveram recomendação médica;
  •  ampliação da frota de transporte;
  •  desinfecção diária das unidades;
  • medição de temperatura de todos antes do acesso às fábricas;
  • vacinação contra gripe H1N1 para 100% dos colaboradores;
  • ações de distanciamento social;
  • forte comunicação de prevenção e cuidados, entre outras.

Essas e outras medidas de proteção constam de laudo da perícia técnica assinado pela especialista em medicina do trabalho Sabine Braga Chedid, que vistoriou todo complexo fabril da companhia em 23 de abril a pedido da Justiça do Trabalho, um dia antes da interdição da unidade.

Todas as medidas adotadas pela JBS estão a de acordo com os mais altos padrões dos órgãos de saúde e em conformidade com a recomendação da Consultoria do Hospital Albert Einstein e médicos especializados contratados pela empresa para apoiar na definição dos protocolos de saúde e que estão em vigor em todas as unidades da empresa.

A empresa esclarece ainda que  produção de alimentos faz parte do decreto federal que determina essa atividade como essencial ao país, e decisões como essa colocam em risco a segurança jurídica e a garantia do abastecimento à população.

 

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