Em Alegrete, homem é morto a facadas e tem a cabeça arrancada pelo autor após beberem juntos

           Crime Macabro na zona rural de Alegrete

Após ser preso, criminoso deu detalhes de como matou o homem, nos Pinheiros

Nesta quinta-feira,(6) as pessoas foram surpreendidas por uma noticia macabra. Um homem, de 50 anos, teve sua cabeça decepada, na localidade dos Pinheiros. O crime, ganhou repercussão pelas redes sociais e transpôs fronteiras.

A Polícia Civil e a Brigada Militar foram acionadas, assim que vizinhos que costumavam tomar chimarrão com a vítima, numa chácara, localizada a 7 km da BR 290, encontram uma extensa mancha de sangue na entrada da casa.

Foi o primeiro aviso de que algo, estava mudando a rotina desta quinta-feira. A Brigada Militar e a Polícia Civil, foram até o local e encontraram um lugar banhado em sangue e um corpo com a cabeça decapitada.

Iniciava-se uma investigação que não duraria muitas horas para chegar ao autor, confesso, do bárbaro crime. Usando a expertise, a lógica e algumas informações, os policiais chegaram a Alisson, um homem que completa 20 anos em setembro, próximo, que, após ser preso, confessou o crime com requintes de crueldade.

A vítima parava a pouco mais de 2 meses na chácara e Álisson, costumava frequentar o local, inclusive, ajudando em algumas tarefas, como cortar lenha. Eles beberam cerveja e tiveram um desentendimento. A partir daí, segundo o autor do crime, entraram em luta corporal. Luiz Carlos Ferreira Pinto, de 50 anos, levou a pior, perdeu a luta e acabou sendo morto de uma forma macabra.

Após vencer o embate, o autor do crime usou uma faca afiada para cortar o pescoço da vítima e, sem conseguir decepá-la com o instrumento, fez uso de uma outra faca, com serra. Não satisfeito, apoiou o pescoço da vítima no joelho e desnucou-a até que fosse decapitada. O motivo para este crime requintado, segundo depoimento do autor, confesso, é que a vítima teria tentado manter relações sexuais com ele

O autor, foi encaminhado ao presídio a partir do pedido de prisão preventiva pelo Delegado Valeriano Neto.

Na saída da Delegacia, na condução para o presídio, de máscara, o autor ficou silente e não esboçou qualquer reação, nem mesmo para demonstrar algum arrependimento.

A vítima, fora motorista de um médico Alegretense, já falecido e, diversos depoimentos nas redes sociais, diziam que era uma pessoa, sociável e tranquila.

Caberá agora, a justiça levar Alisson a julgamento em júri popular (crimes contra a vida) e definir a pena por ter ceifado a vida de alguém, com tamanha crueldade e frieza.

Foto: arquivo pessoal/vitima e plantão policial Face Repórter

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