Atendimento na farmácia Municipal de Alegrete gera desconforto a usuária do serviço

Uma usuária do serviço de atendimento da Farmácia Municipal de Alegrete, se sentiu incomodada com o atendimento  de algumas servidoras do município locadas naquele local.

Ao procurar a farmácia para a aquisição de medicamentos para sua filha que é autista e tem que tomar remédios de uso contínuos, foi tratada com rispidez e falta de educação, o que mostra o despreparo de algumas servidoras que trabalham diretamente com o público.

A usuária do serviço disse que estava ali para assegurar um direito que lhe cabia já que sua filha não pode ficar sem os medicamento e medicamento este que outros usuários, com outros tipos de tratamento também usam.

A usuária do serviço disse também que a alguns anos atrás ela procurou o prefeito municipal e  o mesmo disse que esta medicação não era básica , ou seja não tem uma procura maior, e que o município não teria verba para comprar este medicamento e que ela se virasse e desse um jeito, ela sim procurou fazer alguma coisa em relação a este medicamento em específico.

Como a usuaria de Alegrete ela fez parcerias com laboratório farmacêuticos, onde recebia este medicamento sendo distribuído gratuitamente no tratamento do autismo, só que como a farmácia municipal de Alegrete não tinha este medicamento a demanda aumento a tal ponto de faltar no GAPAA, onde é um centro de referencia e que disponibiliza o medicamento, um remédio que não era procurado como disse o prefeito, teve uma demanda muito grande, mas tudo porque não é somente para tratamento exclusivo do autismo, como falamos acima.

Agora com a falta do medicamento ela recorre a farmácia municipal, onde teria que ter este medicamento a disposição, pois ela tem direito por via judicial e que a dois meses não vem o medicamento para a farmácia segundo informaram no local.

Segundo os dados do  GAPAA existem mais de 300 casos no município que necessitam da medicação.

Mas somado tudo a isso ficou a indignação de quem procura por um direto seu como mãe de procurar e exigir que tenha a medicação na farmácia, pois além de tudo tem pedido como falamos  por via judicial.

A usuária relatou ainda o tratamento que tem as pessoas que procuram por uma reposta, as vezes vem de longe e atravessam a cidade para serem tratadas desta maneira salientou .

É lamentável o fato de como tratam as pessoas neste local que é público relatam as pessoas que precisam do serviço.

Em conversa com a sra. Heili Temp a mesma   relatou que o medicamento tem na farmácia mas que é de 1 mg e que o que a paciente precisa é de 2 mg e este não tem mesmo , em conversa com a nossa reportagem Heili Temp afirmou que irá atrás de respostas para que este medicamento esteja disponível já que é de uso continuo.

 

Providências disseram que seria tomadas para averiguar a atitude das atendentes da farmácia este com certeza um ponto em que segundo as pessoas que ali vão para procurar seus medicamentos não precisam passar .

Esperamos não divulgar mais este tipo de matéria em que o ser humano é cada vez menosprezado por sua condição social, ou pela necessidade de ter em mãos uma coisa que lhe é de direito que chamamos saúde.

Agradecemos a Sra. Heli Temp que teve a sensibilidade de nos ligar e explicar que o que a medicação que tem é de 1mg e a que a paciente precisa mesmo sendo por direito via judicial é de 2 mg  e este não se encontra a mais de dois meses.

Whatsapp: 992174388

 

 

 

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1 comentário

  1. Eu não posso falar pelos outros, mas eu sempre fui extremamente bem atendida e os atendentes foram atenciosos e procuraram resolver e auxiliar. Sou bem grata.

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